A Bio-loja de hortícolas Bem-me-Quer



A Bio-loja de horticolas Bem-me-Quer
No inicio de Fevereiro 2011, a loja Bem-me-Quer, horta e Ecologia Urbana, anexa ao restaurante do mesmo nome e integrada no movimento BioDiverCidade e que pretende ter vários ramos de apresentação. Nesta primeira fase será uma frutaria de produtos da melhor proveniência e qualidade onde serão dominantes os produtos frescos, fruta, vegetais e legumes biológicos, ecológicos, ou provenientes de explorações em Permacultura.

1. O biológico certificado: que sendo actualmente o meio seguro de consumir biológico, resulta num produto final um pouco mais caro, em grande parte resultante dos custos acrescidos do processo de certificação.

2. O consumo de proximidade: Em que determinados produtores não produzindo menos biológico não têm capacidade para assumir os referidos custos de certificação. Neste contexto a confiança não é numa etiqueta, mas sim na pessoa que produz. Para isso teremos na loja informações e também iniciativas que colocam o consumidor em estreita relação com o produtor, para criar essa base de confiança, para um consumo de qualidade a um preço mais acessível.

3. A horta viva. Recorrendo ao conceito de hortas domésticas e interior, teremos na loja culturas frescas em que o cliente pode recorrer á ideia do legume 100% fresco, pelo que será apanhado escolhido pelo próprio e colhido no momento da compra, Estes legumes serão produzidos também em modo biológico em terra proveniente de vermi-composto biológico. Para além de tudo o que seja necessário para fazer a sua própria horta em varanda
4. Os Cabazes, de 5 ou 10 quilos por 14 ou 25 euros, respectivamente. Um serviço de entrega ao domicílio de produtos agrícolas frescos. Para vós num raio de 2 km da loja, os cabazes serão entregues a pé ou em transportes públicos. Para vós fica apenas á distância de um email. Assumimos o compromisso de contrariar a crise e vir a reduzir os preços.

Onde

Em Lisboa, na Avenida Almirante Reis nº152 (junto a saída do metro norte da estação de Arroios) o restaurante Bem-me-Quer é um espaço de alimentação, mas cada vez mais uma atitude para além de um simples restaurante. Aqui faz-se porque se acredita, intervêm-se porque existe convicção, forma-se porque assim se faz cidadania e educa os hábitos e os sentidos. Também por isso, por querer ser mais que um restaurante, vai converter-se em biológico.

AS EXTENSÕES



  1. Na mesma filosofia e em complementaridade, brevemente será também lançada a loja social, em pareceria com entidades de solidariedade. 
  2. A loja da agricultura urbana.
  3. Um programa diverso de workshops no âmbito da auto-suficiência, ecologia caseira e bem-estar pessoal.



workshop crianças: Pintar com chocolate

JARDINS E VARANDAS VIVOS


JARDINS E VARANDAS VIVOS

No ano internacional da Biodiversidade, decidimos criar o projecto BioDiverCidades, que se propõe sobretudo á difusão de informação e actividades concretas para formarem a cidadania neste sentido ou criar benefícios para o meio ambiente e qualidade de vida da população urbana , Neste contexto surge a nossa primeira proposta e sugestão de serviço que prestamos á comunidade e á Natureza

O papel do jardineiro na Biodiversidade da cidade
Entendendo BioDiverCidade como Biodiversidade na cidade, chegamos facilmente a uma linear conclusão.
Jardineiros e cidadãos (vulgo proprietários) têm um enorme papel a desempenhar no futuro da vida selvagem das cidades, com as alterações da estrutura de ocupação de solos, abandono dos quintais e considerável diminuição dos baldios, que tinham um papel fundamental como corredores ecológicos para a fauna, entre os grandes jardins ou parques existentes em Lisboa .

Ao incentivar a jardinagem biológica estamos a incentivar a vida selvagem, por se poder estabelecer um equilíbrio entre as pragas e seus predadores naturais. Ambas as plantas e pragas benéficas irão florescer, e com um dos elementos da cadeia de alimentos saudáveis, em substituição, as criaturas mais nefastas podem ser mantidas em níveis administráveis.

JARDIM ZEN
O Jardim Zen é uma das mais fascinantes formas de lazer e decoração conhecidas. Ele é a recriação em pequenos espaços da paisagem e do Universo. Nos templos antigos, eram os monges e os nobres que desenhavam no Jardim.
A sua simplicidade expressa um grau de espiritualidade, recriam córregos, lagos e colinas artificiais.
O refazer do Jardim é um hábito e convida à prática da meditação.
Jardim Zen é um elemento dinâmico, não estável, que pode ser reestruturado e readaptado de acordo com o estado de espírito ou um assomo de criatividade.

JARDIM DE HORTICOLAS
Com um jardim de bio-hortícolas, utilizando as várias espécies de vegetais da nossa culinária e hortas, através das suas conjugações, tendo em conta a cor, forma e tamanho, consegue-se um aspecto decorativo que sirva as duas funções, a ornamental e a produção. Resultando num belo e aprazível jardim com a possibilidade e vantagem de se poder consumir as plantas que nele existam.

Por este facto, o jardim torna-se dinâmico, porque depois de cada colheita, pode-se alterar a forma e aparência do espaço.





JARDIM ECOLÓGICO
Para este tipo de situação, até um pequeno pátio ou varanda podem ser alvo de uma intervenção, através da colocação de vasos ou recipientes apropriados, que na sua interligação e conjugação obterão o efeito decorativo desejado.

O Jardim ecológico caracteriza-se por ser uma pequena representação ou reprodução de um previamente escolhido ecossistema ou habitat natural criando as necessárias condições para o abrigo de várias espécies de flora e fauna selvagem, características de cada um.

Pode ser um habitat como a floresta, os matos, os prados, as zonas húmidas, as montanhas e assim sucessivamente, conforme a preferência de cada cliente, em particular.
Através desta escolha, pode-se conseguir um jardim bastante povoado por várias espécies de fauna selvagem, que frequentam e vivem na cidade, enriquecendo o espaço urbano e facilitando um pequeno, mas real contacto e aproximação com a natureza.

CONTACTE-NOS PARA SABER MAIS COMO TER UMA VARANDA OU QUINTAL AMIGO DA NATUREZA
















Prédios vivos e corredores ecológicos em Lisboa

As pequenas grandes iniciativas

(Por BiodiverCidades, 5 Janeiro 2011)

Nestes contextos e em muita documentação e literatura já produzida, existem muitas razões para valorizar as áreas verdes de excelência em Lisboa, como o Parque Eduardo VII, Monsanto, o Botânico e vários outros jardins de pequena  e média dimensão, no entanto subvaloriza-se muito o fundamental papel que tem os quintais dos privados na antiga estrutura dos prédios de Lisboa, com os quintais no interior de cada quarteirão.

Em tempos estes quintais foram predominantemente hortas, depois passaram na maioria a baldios ao abandono e actualmente convertem-se em terraços impermeabilizados, garagens ou anexos de habitação,

Neste processo a biodiversidade em Lisboa perde a possibilidade de se deslocar entre cada um  dos jardins principais, criando o referido no inicio, de processo de fragmentação em que começam a acontecer pequenas ilhas de biodiversidade sem contactos entre as populações residentes.

Este processo de ilha para alem da diminuição de área útil disponível, cria fenómenos de limitações no contacto entre as populações de várias espécies existentes, o que para alem de outros problemas pode interferir na saúde das ditas populações por exemplo na consanguinidade nos processos de acasalamento e reprodução.

O que muitos ignoram, é que coisas tão simples como colocar 4 ou 5 vasos com arbustos numa varanda(tipo um medronheiro, um zambujeiro, uma alfazema, um alecrim, ou simplesmente umas flores e aromáticas) e se for feito de uma forma generalizada, cria os determinantes pontos de transição entre espaços. Como se num rio largo e profundo existissem rochas a cada metro, para podermos saltar de uma para outra sem mergulhar. Neste caso, para aves e insectos em geral cria-se uma alternativa.


Por outro lado e quando se trata de répteis ou mamíferos, com menor capacidade de deslocação, os pequenos quintais tornam-se fundamentais para a dispersão e intercâmbio de populações.



Um pequeno quintal com meia dúzia de árvores (desde que as certas) mais meia dúzia de arbustos e uns canteiros, com meia dúzia de truques e tolerância humana, pode-se converter não só num óptimo local de passagem como inclusive o local de habitação, desde que estruturado de forma correcta o habitat.





No final a pergunta é: queremos estar isolados enquanto espécie no nosso habitat ou reconhecemos a vantagem de partilhar a nossa vida e recursos com outras espécies animais?

Que cada um tente evoluir até onde consiga

Corredores ecológicos podem ajudar a travar perda de biodiversidade

Fragmentação do habitat
Helena Geraldes, PUBLICO.PT
A ideia de criar caminhos para animais e plantas, isolados no meio de redes de estradas, de cidades e de outras formas de betão, deixou de ser uma mera intuição dos conservacionistas para travar a perda da biodiversidade. Um estudo norte-americano publicado este mês na revista "Science" constatou que os habitats ligados entre si por corredores ecológicos têm mais 20 por cento de espécies de plantas do que aqueles que estão isolados.
Os corredores ecológicos possibilitam às espécies ter acesso a mais recursos (Mario Lopez/EPA)

Monsanto

A bióloga norte-americana Ellen Damschen e mais quatro colegas da universidade do estado da Carolina do Norte estudaram, entre os anos de 2000 e 2005, o funcionamento destes corredores. Apesar de já se falar deles desde os anos 60 e 70, eram poucas as provas científicas de que conseguiam ser eficazes na protecção das espécies da maior ameaça à sua sobrevivência: a fragmentação do habitat.

Em declarações ao PUBLICO.PT, Ellen Damschen explica que esta investigação é diferente porque foi realizada a larga escala, com uma comunidade de 300 espécies de plantas e replicada em vários tipos de ligação entre habitats. Até ao momento, "a maioria das investigações estudou uma espécie de cada vez (...). Os estudos com várias espécies têm escalas pequenas, na ordem dos dez centímetros, ou então não foram replicados, algo que é vital para uma experiência científica controlada", disse.

Com a ajuda do Serviço Florestal norte-americano, os cinco cientistas criaram oito talhões numa zona de pinheiros protegida pelo Governo federal, no rio Savannah, perto de Aiken, na Carolina do Sul. Cada talhão, com 50 hectares, tinha cinco zonas distintas. Apenas duas delas estavam ligadas entre si por um corredor com 150 metros de comprimento e 25 de largura.

"Esta paisagem experimental ajudou-nos a compreender exactamente como funcionam os corredores ecológicos", explicou ainda Ellen Damschen. "Contámos o número de espécies de plantas e a sua abundância durante cinco anos. No final do estudo, os habitats ligados por um corredor tinham mais 20 por cento das espécies do que aqueles que estavam isolados", acrescentou.

Outra conclusão é que as espécies nativas "respondem de forma mais acentuada, enquanto as espécies invasoras não são afectadas". A bióloga adianta que isso talvez se deva ao facto das invasoras já se encontrarem em quase todo o lado e de não precisarem de corredores para se movimentar.

Cientistas surpreendidos com rapidez de resposta das plantas

Os investigadores constataram que os corredores ajudaram à dispersão de sementes e à polinização. Os habitats ligados por corredores têm mais variedade de aves, roedores e insectos, ou seja, animais que dispersam as sementes e agem como polinizadores. "Pensávamos que as plantas eram um grupo de espécies bastante sedentário, enraizado num local (...). Não sabíamos até que ponto iríamos ver resultados num espaço de cinco anos. Mas o que presenciámos foi uma mudança drástica", comentou Ellen Damschen. "As plantas podem sofrer alterações muito rapidamente através das suas interacções com a paisagem e os animais que nela vivem", acrescentou.

Como resultado, os investigadores defendem os corredores ecológicos como uma forma eficaz de promover a biodiversidade porque possibilitam às espécies o acesso a mais recursos e, por isso, aumentam as suas hipóteses de sobrevivência - por exemplo, passando de um local com pouca água ou alimentos para outro com maior abundância. Além disso, estes caminhos permitem às espécies escapar a ameaças como os efeitos do aumento da temperatura. "Os corredores podem ajudar a proteger as plantas e os animais dos efeitos negativos das alterações climáticas porque permite-lhes deslocarem-se mais facilmente", disse a bióloga ao PUBLICO.PT.

Actualmente já existem no terreno vários corredores ecológicos, desde os que ligam os dois lados de uma auto-estrada aos que ligam reservas naturais em vários países. Algumas das organizações não-governamentais que utiliza esta ferramenta de conservação estão a Nature Conservancy (no Chile), a Conservation International (Amazónia) e a World Wildlife Fund (Índia).

Participaram nesta investigação a Universidade do Estado de Iowa, a Universidade de Washington (Seattle) e a Universidade da Florida (Gainesville).

1 - Parque de Monsanto;

2 - Parque periférico;
3 - Anel interior: (inclui a cidade Universitária, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Hospital Júlio de Matos e Áreas Verdes integradas dos Olivais)
4 - Zona Ribeirinha: (inclui a área entre a antiga linha de costa e a linha de aterro actual);
5 - Corredor Verde de Monsanto – Av. da Liberdade;
6 - Corredor Verde Oriental (Vales de Chelas e Parque Oriental);
7 - Corredor do Vale de Alcântara;
8 - Corredor da Alta de Lisboa;
9 - Corredor de Telheiras;

Sistema Húmido (inclui sub-sistema de Transição Fluvial-Estuarino)

Publicada por grupo LSB - Limpar Lisboa

Projecto de Ligação de Monsanto a Parque Eduardo Sétimo




Jardins comestiveis... Uma atitude!!



Muitos amantes da gastronomia local, horticultores e jardineiros trabalham para cultivar os seus próprios jardins comestíveis. Alguns entusiastas estão procurando mais fundo, nas bases da Permacultura, que usa os princípios ecológicos para criar e regenerar paisagens produtivas e comunidades saudáveis .


Valorizar e fazer uso de todos os recursos disponíveis como princípio da Permacultura, mas sempre mantendo um profundo respeito e equilíbrio com a natureza e os todos os seus agentes e elementos.


Nestes tempos de incerteza e desconcertantes nas mudanças climáticas, a instabilidade económica, o pico do petróleo, a escalada de ambição e declínio de valores e tolerância e mais ainda que se poderia enunciar, considerar todos os recursos dos nossos próprios quintais e a riqueza de energia e experiência dentro de nossas próprias comunidades, são ferramentas fundamentais para o processo de viragem.

 Mais ainda são o principio, a atitude e a força geradora que poderá fazer a diferença.

Hoje em dia já não é no grupo de mudamos mas em nós próprios e estendendo essa mudança para fora. A Permacultura é uma óptima ferramenta para incentivar paisagens produtivas, promover habitats saudáveis, e ajudar a definir nossas mesas com comida maravilhosa.


Não pode portanto, deixar de ser de igual modo, um veiculo para a partilha de ideias, vontades, sensibilidades e sobretudo, valores!!

A horta Selvagem e Natural


Pensa que cultivar vegetais requer muito tempo e trabalho duro? Experimente a técnica de jardinagem ecológica

ecological gardening



O cultivo de alimentos é tipicamente visto como uma forma de arte ou um trabalho difícil, por isso não admira que poucas pessoas produzam alimentos suficientes para alimentar a sua família. Mas e se uma técnica que surja, for tão fácil e tão produtiva que, mesmo o mais ocupado executivo de empresa poderá cultivar uma parte significativa dos alimentos para a sua família

 A jardinagem ecológica pode ser a resposta.

 A natureza tem as respostas

Para saber agricultura ecológica, precisamos olhar para os ecossistemas naturais afim de obter respostas. Um ecossistema natural é feito de milhares de componentes vivos e não vivos, todos convivendo numa determinada área. Cada componente de vida ocupa um "espaço de nicho" própria - e isso é muito importante para compreender o papel deste espaço na criação de uma horta ecológica.

Por exemplo, imagine uma árvore de floresta tropical gigante cair no chão depois ali ter estado por centenas de anos. Essa árvore grande teria preenchido um enorme nicho. Na sua ausência, centenas de sementes dormentes no solo vão acordar para a vida, lutando desesperadamente para a sua oportunidade de ocupar os melhores lugares na floresta - o espaço de nicho vazio.  O espaço é rapidamente preenchido e a harmonia é restaurada.

Quando olha para uma horta tradicional com este tipo de percepção, o que se vê é um sistema muito antinatural. Há uma diversidade muito pequena e muitos espaços e nichos vazios. Mas a natureza impõe a sua vontade nas hortas, exactamente da mesma maneira que o faz numa floresta tropical, e isso significa que os espaços vazios serão preenchidos o mais rapidamente possível. No entanto, numa horta tradicional não existem as sementes desejáveis, à esperando para ocupar os nichos, e o que vai acontecer será a proliferação das sementes disponíveis, as ervas selvagens.

A solução para este problema é criar uma horta que tem preenchidos todos os espaços de nicho, para que as ervas daninhas não tenham hipóteses de avançar e ocupar.

Pode fazer-se isso ao plantar a horta muito bem com uma grande variedade de plantas horticolas de diferentes formas e características.

O resultado é um denso arranjo como uma mata, e como que pode render uma quantidade inacreditável.

Este factor também ajuda a criar um microclima altamente protegido. O ambiente ideal de crescimento ajuda as plantas, que duram muito mais tempo. 

Pouco tempo, pouco espaço

O cultivo de alimentos numa horta ecológica não exige tanto espaço. Apenas uma pequena área pode oferecer uma recompensa de alimentos - o suficiente para poupar algumas dezenas de Euros por ano em supermercado.

Mesmo vivendo numa pequena quinta, por exemplo, ocupa apenas um espaço que há cerca de 6 m x 6 m. Essa é uma área que pode ter um quintal urbano. E mesmo as pessoas que vivem em apartamentos podem adaptar o método para produzir alimentos em abundância sobre a menor das varandas.

A melhor notícia é que não precisa investir muito tempo para colher os saborosos vegetais.No meu caso, eu gasto apenas cerca de 10 horas num ano inteiro para a minha marquise e parte desse tempo é a inventar coisas, métodos e estéticas.

A melhor coisa sobre o método de agricultura ecológica é que posso ignorar minha horta vários dias e não perder com isso.

Não há necessidade de rotação de culturas
A rotação de culturas não é necessária com agricultura ecológica, porque o plantio misto neutraliza os efeitos do empobrecimento de minerais que são causados quando uma única espécie domina uma área. As culturas para a adubação verde também não são necessárias. A agricultura ecológica repõe o nitrogénio no solo de duas maneiras - primeiro, através da plantação de leguminosas comestíveis, como ervilhas e feijões dentro da composição, que fixam o nitrogénio da atmosfera por meio de bactérias específicas relacionadas com as suas raízes, e por outro, pela adição de adubo orgânico na superfície de todas as áreas desprotegidas. Compostagem é uma parte importante da horta ecológica e uma mercadoria muito valiosa.  A compostagem é uma maneira de reconstruir nutrientes valiosos que um dia irão alimentar a sua família.
 Deite fora a enxada
Os ecossistemas naturais não necessitam de agricultores com pás e enxadas para ao longo de cada temporada transformar o solo, e nem a horta ecológica.

Perturba a estrutura do solo, que por sua vez reduz a capacidade do mesmo para dispensar valiosos nutrientes para as plantas. A perda de estrutura também reduz a capacidade do solo de reter água.

Desenvolver e manter a boa estrutura do solo é, na verdade, a melhor técnica de poupança de água e, quando praticado em conjunto com um plantio denso, cria uma ecologia holística do solo - criar uma sombra densa na superfície do solo trava o encrostamento superficial, o que provoca o escoamento e o esgotamento de nutrientes. Também não é o melhor para andar sobre os canteiros do jardim como isso irá causar compactação desnecessária. É claro que isso requer a instalação de vias permanentes, que são posicionados de tal forma que o jardineiro pode obter acesso ao terreno.

 Natural de manejo de pragas
A natureza, mista e espontânea da horta ecológica cria também e em consequência uma forma natural de manejo de pragas.

As pragas geralmente localizam a sua espécie-alvo de planta através da visão ou cheiro. Imagine o quanto será mais difícil, ver a planta-alvo quando os seus contornos são obscurecidos por um mar de verde. E como a partir da terra ou outras plantas, poderia sentir o cheiro da sua planta-alvo quando há tantos cheiros contrastantes?

Auto-sementeira
Uma característica inspiradora das florestas é a das suas copas altas. No entanto, o futuro da floresta está no solo, na forma de sementes - pequenas células de vida à espera de sua oportunidade de prosperar.

Uma horta ou jardim sustentável e ecológicos precisam ter um futuro, também. Ao permitir que algumas plantas cheguem á semente antes de ser colhidas e consumidas, poderá deixar desenvolver o seu próprio banco de sementes in-loco.

Tal como acontece com uma floresta ou prado, devemos ter em vista que milhares de sementes de muitas variedades serão indiscriminadamente espalhados por toda a nossa parcela. A maioria dessas sementes nunca irão germinar, porque na horta ecológica os espaços nicho estão tão cheios que as oportunidades para uma nova vida são limitados. No entanto, eventualmente, uma planta vai ser removida e comida por nós e num curto espaço de tempo o local deixado vago será colonizado por uma qualquer outra planta horticola da qual a semente esteja mais potente e adaptada.

Se existem milhares de sementes dormentes, as hipóteses de o espaço nicho ser preenchido com algo desejável são muito boas. Claro que isso também poupa tempo e esforço, assim não será necessário replantar em cada época.

Uma boa táctica é permitir que uma planta de cada variedade produza sementes em cada ano, o que irá fornecer sementes mais que suficientes para garantir a sobrevivência das gerações futuras. Vegetais folhosos, como aipo, alface, acelgas e couves podem ser simplesmente deixados independentes no seu processo. No entanto, frutos de plantas, como tomate e courgete, geralmente exigem que seja feita a colheita das sementes, e depois replantá-las.

Com a courgete, haverá sempre uma fruta maior que  não viu crescer sob a "selva". Pode colher um punhado de sementes a partir destes e secá-los para espalhar no ano seguinte.

Como pode ver, imitando a natureza, você pode construir seu próprio jardim sem esforço comestíveis que toda a família vai adorar.

Como criar um Jardim amigo da Vida Selvagem

Criar um habitat de vida selvagem

Se  tem uma varanda de um apartamento, quintal ou uma pequena Quinta,  pode criar um jardim que atrai animais selvagens e ajuda a restaurar o habitat em áreas rurais ou residenciais. Ao fornecer alimento, água, abrigo e um lugar para os animais selvagens criarem. Pela incorporação de práticas de jardinagem sustentável.

Fornecimento de alimento para animais selvagens

Todos precisam obviamente de comer, como elemento de primeira abordagem, o meio mais fácil e rápido de atrair vida selvagem para um espaço! A plantação de arbustos e árvores autóctones é a maneira mais fácil de fornecer a verdura, néctar, pólen, frutos, sementes e presas que muitas espécies de animais selvagens necessitam para sobreviver e prosperar. Também pode incorporar os alimentadores suplementares e colocar alimento extra, mas sempre com a devida atenção para as necessidades de cada espécie, assim como a qualidade e origem desses alimentos fornecidos, pois decerto ninguém quer estar a envenenar ou contaminar pequenos animais vizinhos.

 Abastecimento de Água para a Vida Selvagem

A fauna selvagem tem necessidade de fontes de água limpa para vários fins, incluindo banho, beber e reprodução.  As fontes de água podem incluir recursos naturais, como lagoas, lagos, rios, nascentes, oceanos e zonas húmidas, ou recursos humanos criados, como recipientes, áreas de empoçamento ou lagos instalados.


Criar abrigos para a Vida Selvagem


Todos os animais selvagens requerem lugares para se esconder, a fim de se sentirem seguros das pessoas, predadores e intempéries. Use coisas como a vegetação autoctone, arbustos, troncos velhos,  murosde pedra ou rochas, que para além dessa função podem funcionar como eficientes elementos decorativos.

 

 

Dar à fauna selvagem um lugar para criar

Os animais selvagens precisam de um local abrigado para se reproduzirem e criar em segurança a sua descendência. Muitos lugares para abrigo podem igualmente funcionar como recursos onde podem , para além de se reproduzir, encontrar o alimento necessário para alimentar as crias. A existência de prados de flores  e arbustos silvestres, importam pois são onde muitas borboletas e e outros insectos põem os ovos. Também cavernas (numa perspectiva artificial podemos considerar abrigos de jardim, sótãos, etc) onde os morcegos se empoleiram e formam colónias.

Deixe o seu jardim ficar Natural


Como mantém o seu jardim ou paisagem pode ter um efeito importante sobre a saúde do solo, ar, água e habitat para animais selvagens nativos - bem como para a comunidade humana nas proximidades.Reduzir o uso de químicos, fazer compostagem, deixar cobertura morta e redução das áreas de relvado, são passos importantes para jardinagem ecológica.

Paredes vivas, jardins verticais


Paredes vivas, jardins verticais


Uma parede viva, também referida como parede verde, jardim vertical, ou quinta geralmente é parte de um edifício e é composto por algum tipo de vegetação. Estes tipos de jardins são algumas vezes referidos como jardinagem urbana, porque são bem adaptados para um ambiente urbano onde o espaço no chão é muito limitada, mas o espaço vertical é grande. Estes jardins verticais podem ser bastante espectaculares na aparência, e, em alguns casos, ainda trabalham para filtrar o ar puro para dentro do prédio em que  estão crescendo.

Os jardins verticais podem ser cultivados em praticamente qualquer tipo de parede, com ou sem o uso do solo, e podem ser colocadas em paredes exteriores e interiores. Enquanto não há escassez de água para a parede viva, nenhum solo é necessário. Essas incríveis quintas aéreas são capazes de literalmente dar vida a um edifício velho e degradado  no meio da cidade e estão a tornar-se cada vez mais populares no interior de edifícios de escritórios, casas e lojas por causa de sua beleza e  propriedades de purificação natural do ar.

"Paredes vivas" tornou-se rapidamente uma forma de arte para muitas pessoas, e um dos artistas pioneiros do jardim vertical é Patrick Blanc. Ele observou como as plantas foram capazes de crescer na vertical, sem a necessidade de solo no estado selvagem, e logo desenvolveu uma maneira de criar arte nas paredes com vegetação e que precisava de pouca manutenção. Uma vez que estas paredes vivas só pesavam aproximadamente 30 kg ou menos, por metro quadrado, ele percebeu que quase qualquer tipo de parede seria capaz de suportar o peso de um jardim vertical. Há muitos exemplos surpreendentes de jardins verticais em todo o mundo. Aqui está uma lista de algumas das paredes mais criativas e bonitas que existem no mundo.

 Musée du Quai Branly, em Paris, França

Este popular museu francês, perto da Torre Eiffel em Paris é o lar de um dos melhores exemplos do trabalho do artista de jardim vertical, Patrick Blank. O muro de vida aqui é de cerca de 200 metros de comprimento e 12 metros de altura. exteriores de vida do museu foi ao mesmo tempo saudável e vibrante, mas hoje você pode ver os sinais do apoio insuficiente para a irrigação e drenagem do jardim - embora ainda permanece muito bonitas.

musee du quai Branly
Musee du quai Branly
Musee du quai Branly  

 Parabienta Sistema de parede viva, no Japão

Esta parede viva é fabricada e comercializada por duas empresas japonesas que criaram um produto que é leve, barata e muito funcional.  A parede viva é chamado de ' Parabienta ', e custa aproximadamente 80 Euros por metro quadrado. Este muro ecológico consegue arrefecer significativamente um edifício através de um processo natural de ensombramento, humidade e circulação de ar.
parabienta living wall
parabienta japan
 Paris, França - A Meca Jardim Vertical

A 'cidade do amor' é uma espécie de Meca dos jardins verticais , onde é cada vez mais popular e moderno 'decorar' um muro feio com uma infinidade de belas plantas, seja para fins artísticos ou para mais funcionais ou eco intenções amigáveis. Em grande parte tal deve-se ao facto de um dos pais fundadores desta forma de arte, Patrick Blanc, viver lá. Ele e outros artistas de paredes vivas, criaram alguns jardins verticais surpreendentes na capital francesa.

 Fundação Cartier

As plantas da parede da entrada na Fundação Cartier não foi cortado desde a sua plantação em 1998. A única manutenção deste belo jardim, envolve um jardineiro que vem unicamente cada 2-3 meses para remover as folhas mortas, ou a planta inteira, e substituí-las por novas.

foundation Cartier

 BHV Homme

O jardim vertical nesta loja de departamentos parisiense, literalmente, dá vida à parte traseira do BHV Homme, em Paris. Este Muro Vivo artístico , de longe quase se assemelha a uma pintura abstracta .

bhv homme
bhv homme

Hotel Pershing Hall

Situado no pátio do Hotel Pershing Hall é um jardim vertical de 30 metros de altura que apresenta mais de 250 diferentes espécies vegetais! É um bom exemplo, para dizer o mínimo!

pershing hall hotel
pershing hall hotel

Club Med Champs-Elysees

O pequeno jardim vertical neste espaço em Paris, foi concebido para representar as plantas dos 5 continentes diferentes. A adição do jardim vertical neste local faz parte de um plano para criar uma sensação mais luxuosa . O jardim é visível do exterior e está maravilhosamente iluminada à noite.


CaixaForum, Madrid, Espanha

Como o mais novo museu de Madrid, a CaixaForum certamente trás inovação ao nível seguinte antes mesmo de entrar no lugar. Uma das paredes exteriores tem um enorme jardim vertical de 24 metros de altura com mais de 15.000 plantas,  de mais de 250 espécies diferentes. Esta exposição artística é um dos melhores exemplos de paredes vivas em qualquer lugar  de Espanha .

caixa forum madrid
caixaforum madrid

 Jardim Vertical, Bangkok, Tailândia

O fenómeno de jardinagem vertical está se espalhando como fogo selvagem em todo o globo, e não é diferente em Bangkok, na Tailândia. As duas primeiras fotos estão no Siam Paragon Shopping Center, e o segundo é um exemplo de como estratégicamente colocar plantas na vertical ao lado dum poço de elevador na Bangkok Emporium pode adicionar um toque decorativo.

bangkok vertical gardens

bangkok vertical gardens

vertical gardens in bangkok

Paredes vivas, Holanda

Este edifício é um grande exemplo de como se pode olhar para uma parede desagradável e transformá-la numa parede viva. As plantas crescem numa fina camada de material de feltro e lã de rocha, em vez de solo. A água da chuva aproveitada é bombeada através deste material para fornecer nutrientes ao sistema radicular das plantas.

living walls netherlands

Gestão de sebes e de orlas de herbáceas para a fauna



Gestão de sebes e de orlas de herbáceas para a fauna

Susana Dias
Nos meios agrícolas e agro-florestais, a gestão de sebes e de orlas de hérbaceas, conjuntamente com a implementação de culturas para a fauna, constitui umas das principais medidas de ordenamento favoráveis ao incremento da diversidade biológica.

A instalação de culturas especificamente destinadas à fauna, que têm sido extensivamente apresentadas no portal Naturlink, é apenas umas das abordagens possíveis para melhorar o habitat em áreas protegidas ou zonas de caça. Apresentam-se seguidamente algumas opções de gestão cuja execução não interfere grandemente na produção agrícola mas que são igualmente benéficas para os animais. Isto porque visam melhorar a qualidade dos habitat, maximizando as estruturas marginais como sebes, orlas, e cabeceiras de campos cultivados.



Sebes
As fiadas de árvores ou arbustos em limites de propriedades ou quebra-ventos, constituem habitat de nidificação, alimentação e abrigo para inúmeras espécies com interesse de conservação e espécies cinegéticas. No entanto, estas estruturas também podem ter um efeito negativo em algumas espécies características de áreas abertas, como os abibes, lavercas, codornizes e abetardas. Assim, enquanto que para umas espécies as sebes podem actuar como corredores mitigando o isolamento populacional em paisagens fragmentadas, para outras podem actuar como barreiras, dividindo potencialmente populações contínuas à escala regional. É claro que este efeito de barreira só existirá se a altura das plantas a isso se prestar. Havendo na região aves estepárias que se pretenda não perturbar, poder-se-á optar por fazer estas sebes com vegetação arbustiva de pequeno porte.


A gestão das sebes pode ser efectuada a nível dos elementos arbustivos e arbóreos, a nível da vegetação basal onde a sebe se ergueu, e na faixa de terreno imediatamente adjacente. A gestão destas componentes afecta a sua utilização pela fauna bravia. As sebes que não são geridas durante muito tempo crescem em altura tendendo a tornar-se ralas e esparsas, com clareiras, sendo consideradas com menos interesse para a biodiversidade. No entanto, estas clareiras podem servir de abrigo ou cama para lebres, ou mesmo de paragem preferencial para pequenos mamíferos. Porém, algumas plantas que rebentem bem de toiça, poderão permanecer muitos anos no terreno e terem tendência a voltar a revestir-se por baixo sempre que sejam podadas. Pode ser a caso de zambujeiros, pilriteiros e catapereiros, entre outras. Alguns ciprestes com tendência para produzir uma forte rebentação lateral junto à base proporcionam um excelente coberto para perdizes e comportam-se muito bem mesmo quando podados na parte apical.

Orlas de herbáceas
As orlas de terrenos com vegetação herbácea são um dos habitats não agricultados mais comuns, tendo vindo o seu valor potencial para a vida selvagem a ser cada vez mais reconhecido. Para além do seu significado para a biodiversidade, as faixas de herbáceas têm funções importantes na sua interacção com os sistemas agrícolas, funcionando como reservatórios de insectos polinizadores e de aranhas e insectos controladores de pragas. Estes, por sua vez, podem ser alimento de numerosas aves.
O valor das orlas de herbáceas depende fortemente do tipo e extensão da gestão. A aplicação de fertilizantes e pesticidas nas culturas têm efeitos adversos na orla. Por outro lado, semear mesmo até ao limite da parcela reduz a espessura da faixa marginal, tornando-a mais vulnerável à contaminação por agroquímicos a partir dos terrenos vizinhos.

A gestão destas áreas pode ser orientada para proporcionar locais de nidicação às aves e de invernada de insectos benéficos o que, por sua vez, permite aumentar a disponibilidade alimentar em insectos no Verão. Para isso, as faixas de herbáceas devem ser geridas de modo a existir sempre uma camada de manta morta dos anos anteriores, que possa ser usada na construção de ninhos. Os herbicidas não selectivos devem ser evitados nestas áreas, bem como as escorrências químicas das culturas agrícolas adjacentes. O gado não deve entrar nestas orlas.

Terça-feira, 8 de Junho de 2010




Razões para consumir biológico

1 – Qualidade nutritiva, pois os produtos de agricultura biológica, têm mais vitaminas, minerais, hidratos de carbono e proteínas, ou seja, mais nutrientes em geral.

2 – Não têm qualquer tipo de aditivos, pesticidas, ou adubos sintéticos, deste modo são altamente benéficos para a saúde e muito especialmente para o equilíbrio e sanidade dos recursos Naturais. Sabe-se sobejamente também, que a ingestão de produtos químicos da agricultura está bastante relacionada com a existência de várias doenças graves actuais (e menos graves) .

3 – São fomento á Biodiversidade, equilíbrio e manutenção dos ecossistemas Naturais– A Agricultura Biológica pelas suas técnicas e filosofia, é benéfica para a diversidade, quer agrícola, quer Natural. Tem um importante contributo para o controlo do aquecimento global, por usar menos energia e prescindir de práticas e sistemas industriais nocivos.

4 – O sabor– Ao manter as caracteristicas das variedades locais, a sanidade e fertilidade dos solos e da água e também pelo modo de produção mais natural, os alimentos mantêm muito mais sabor e aroma do que os produtos provenientes da agricultura convencional.

5 – Nos produtos de origem animal são respeitados quer o equilíbrio psicológico dos mesmos, as qualidades da alimentação e sobretudo, as condições em que são criados. que se pretende sejam o mais próximo possível das condições Naturais.


6 – Fomento do desenvolvimento das zonas rurais e da sustentabilidade da economia dos mesmos, pois ao criar alternativas reais de trabalho e formas de economia local, contribui-se inevitavelmente para a fixação das populações rurais, sobretudo por ser a agricultura biológica mais exigente e absorvedora de mão de obra humana, por tentar ao máximo ser menos mecanizada.

7 – Benéfica para a água, quer pela não contaminação dos lençóis freáticos, como pelo esforço técnico de reduzir os consumos necessários ás culturas. Por outro lado e numa abordagem paralela, a própria gestão da paisagem e de cobertura e protecção natural de solos, tornam mais eficiente os sistemas de aproveitamento e retenção natural da água.

8 – Promove a Educação e Sensibilização Ambiental pela transmissão de conhecimentos, interesse e sensibilidade por parte da população, acerca dos processos naturais e do ambiente em geral, incentivando à cidadania participativa, esclarecida e consciente, que no seu dia a dia e hábitos quotidianos, estão contribuindo para a preservação e utilização sustentável dos recursos do planeta.


9 – Certificação e acompanhamento das produções– Os produtores seguem regras definidas e estabelecidas, havendo um controlo e também acompanhamento técnico, oferecendo aos consumidores uma garantia da qualidade dos produtos.

10 – Ausência de OGM, pois os organismos geneticamente modificados não são permitidos no modo de produção da agricultura biológica.