Planeta vida



Não é o tipo de coisas que necessite de muitas palavras, descrições, explicações...  É o que é... fabuloso, magnifico, mágico.
Sinto-me sempre muito orgulhoso e afortunado por ter tido a oportunidade de apreciar e viver neste fantástico planeta.

video

Método centenário e sustentável para purificar água


( extraido e adaptado de:  http://ecocosas.com/eco-ideas/metodo-centenario-y-sustentable-para-purificar-agua-el-nopal/

Método centenário e sustentável para purificar água, com um cacto comum no nosso pais 

Pelo menos desde o início do século XIX, ou talvez muito mais, as comunidades indígenas no México têm usado o cacto conhecida como Figueira da india ou Piteira (Opuntia ficus-indica) para purificar a água potável. Acontece que agora, 200 anos depois, estudos científicos têm mostrado que a goma deste cacto  pode ser a forma de limpeza mais natural e eficiente de toxinas na água.
Nopal centenário Pó Cactus e método sustentável para purificar a água, cacto
Confrontado com a necessidade de encontrar formas práticas de purificação da agua, e considerando que a maioria dos mecanismos utilizados pelas sociedades "desenvolvidas" são insuficientes para a complexidade de sua utilização e manutenção. Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa, têm testado amostras de água combinados com grandes quantidades de sedimentos ou altos níveis de bactérias Bacillus cereus. O resultado foi que, ao ser filtrado através da goma do cacto, as partículas do sedimento aderiram ou baixaram para o fundo do recipiente e as bactérias foram combinados e fixadas, com eliminação de mais de 98% deles.
Norma Alcantar, chefe de pesquisa, diz que qualquer um poderia ferver uma fatia de cacto para extrair a goma e, em seguida, usá-la como um purificador e filtro de água. "A grande presença do cacto, a sua acessibilidade e aceitação cultural fazem dele um material natural atrativo a ser usado em tecnologias de purificação de água", disse Alcantar.
O processo de preparação é simples, o mecanismo é completamente natural e, portanto, do meio ambiente, e o custo é praticamente livre uma vez que este cacto cresce em muitos países ao redor do mundo.
- Cortar ou comprar algumas folhas (Opuntia ficus-indica)
- Corte uma e coloque num recipiente com água fervente
- Recolher com uma colher a goma que emerge das partes a serem cozidas.
- Despeje a goma numa tigela
- Coloque um litro de água nela e esperar para que o sedimento seja filtrado e neutralizadas as bactérias

Idanha a nova; um destino para mudar de vida


Esta região tem um extraordinário potencial de sucesso para mudar para o campo. Idanha a Nova, Terra em que vivi 15 anos começando pelo parque natural do Tejo Internacional e seguindo por vários outros pontos, todos eles de Natureza bela, selvagem e agreste.

Uma das impressões mais fortes foi sempre, vindo de outras regiões, ao aproximar e sentir o cheiro doce e forte daquela vegetação, resistente ao sol e calor característicos.

A Natureza, tradição e costumes ainda mantém características de grande conservação, pelo que se trata de um local ideal para quem procura viver mais próximo destes valores.

Cerca de 10 anos atrás adquiri na região uma propriedade por razões circunstanciais.
Com cerca de 4 ha, dos quais uma boa parte são terras de cultivo, com água do regadio, junto ao rio Ponsul, casas de habitação e armazéns.

Actualmente em Lisboa e cada vez a encontrar menos sentido e coerência no actual modo de vida, está tomada a decisão de voltar para lá.

Voltar a cultivar a terra, plantar árvores de fruto, instalar colmeias, construir mais casa em adobe, taipa, na perspectiva de eco-construção. Fazer daquilo um centro para um grupo de Transição.

receber escolas e crianças para lhes reintroduzir o gosto pela terra e a Natureza.

Convidar os amigos a ficar desempregados e sufocados por despesas, falta de opções de vida etc.
Vamos criar ali uma eco aldeia, uma forma mais saudável de viver a vida, as relações.

Dar um sentido a alguma coisa. Trabalhar em novos modelos quando os actuais estão a desmoronar.

Vamos fazer o que acreditamos e todos estão convidados a vir aprender, partilhar, quem sabe...Ficar!!!

Links de referência para a região:

O parque do Tejo Internacional: Uma pérola da Natureza. Local mágico, agreste e selvagem
Vaqrias referências quanto aos recursos naturais da região
A revista de etnografia e actividades culturais de Idanha-a-.Nova

O centro Cultural raino


Filmes sobre Eco-aldeias


Vídeos série "Living in Future"



Videos série "EcoVillage Pioneers"



Vídeos série "The Journey"



DVD filme "A new We"


Lista ecoaldeias em Portugal


http://cantinhoverde.blogspot.pt/p/lista-ecoaldeias-em-portugal.html


Ecoaldeias, eco-comunidades, eco-quintas: que tipo de comunidades existem em Portugal?

Em Portugal, existe apenas uma ecoaldeia no sentido real do termo, Tamera (Odemira) com cerca de 100 habitantes permanentes, a grande maioria dos quais de nacionalidade estrangeira. Várias das eco-quintas e eco-comunidades abaixo indicadas são quintas biológicas, quase todas criadas por casais estrangeiros, que acolhem voluntários temporários (woofing), e alguns habitantes permamentes, formando grupos que variam entre os 2 e os 10 indivíduos (alguns dos quais portugueses)Alguns destes projectos aspiram a transformar-se em ecoaldeias como o projecto Fortuna Verde (Mondim de Bastos), a Quinta da Cabeça do Mato (Tábua) ou a Terramada (Castro Marim), . Em relação a projectos criados por jovens portugueses, o Centro de Convergência do Gaia é um exemplo de uma eco-comunidade estabelecida numa aldeia alentejana, com foco considerável na vida comunitária e ecológica. Existem provavelmente outros portugueses, mas dos quais não tenho conhecimento.

A Casa de Santa Isabel (Seia) é uma comunidade de cerca de 50 habitantes, dos quais uma parte significativa é portuguesa, focada na educação Waldorf. A vida comunitária e ecológica assume igualmente um relevo importante. Um caso diferente é Rio de Onor, uma antiga aldeia comunitária, constítuida quase só por portugueses que ali nasceram (a maioria de idade avançada) e sem um foco intencional nas práticas ecológicas, mas com partilha comunitária que descende de várias gerações. Existem depois vários grupos e associações relacionados com práticas ecológicas, que no entanto não constituem o carácter de uma comunidade intencional estabelecida, como a Associação Aldeia (Vimioso), o Colectivo Germinal (Lousã), a Colher para Semear (Leiria), a Semente de Futuro (Arouca). Estes grupos são criados e formados na sua maioria por portugueses, com números em geral entre os 10 e 30 membros. Por último, existem também espaços de carácter comunitário e com foco mais espiritual, como o Monte Mariposa (Tavira), e provavelmente outros mas dos quais não tenho ainda conhecimento.



NORTE
CENTRO
REGIÃO LISBOA
SUL
REDES

Visitar o novo blogue http://www.ecoaldeiasemportugal.blogspot.com para mais informação!


Por favor, enviar sugestões de links!

As cultura das "3 irmãs" no festival BOOM


Ilustração de Luisa Nunes
“Guilding” em Permacultura, significa colocar plantas especificas a crescer em conjunto para que se possam interajudar a complementar nas necessidades, criando um ecossistema agrícola mais saudável e diversificado, reduzindo o trabalho para o agricultor!
Um exemplo clássico, representado aqui, é o tradicional “Três irmãs” (milho-feijão-abóbora).[ Plantadas juntas, o milho fornece a haste para os feijões escalarem; os feijões fornecem o nitrogênio ao solo para nutrir o milho; e a abóbora sai da terra para fora, impedindo a competição da vegetação não desejada e protege as raízes rasas do milho
Quase todos os americanos nativos incluem alguma história de sua cultura, referente as "Três Irmãs": Milho, feijão, e abóbora
Dependendo da região por vezes são plantadas cabaças e as noutras são adicionados girassóis. Esta tradição americana nativa é baseada no "círculo da vida," ou da idéia que todas as coisas vivas se interagem para a sobrevivência.
As nações consideram o feijão, o milho e a abóbora como os três presentes sagrados do Criador.
Numa história, estas plantas foram dadas aos povos quando germinaram milagrosamente do corpo da filha da Mulher do Céu, proporcionando a agricultura aos humanos.
O milho, os feijões e a abóbora são conhecidos por terem espíritos individuais e serem sustentadores da vida. As mulheres eram responsáveis por estas colheitas no campo porque são igualmente generosas e sustentadoras da vida. Participar dessana colheita é uma honra na tribo.

Recuperação de charco


Charcos são massas de água parada ou de corrente muito reduzida, de carácter permanente ou temporário. Muitas plantas e animais evoluíram para se adaptarem às condições particulares, sendo actualmente dependentes deste tipo de habitat para a sua sobrevivência.
São ecossistemas frágeis e instáveis, pois devido às reduzidas dimensões e volume de água, pequenas alterações ou diminuição de chuvas podem originar mudanças ecológicas. Normalmente apresentam níveis de biodiversidade muito superiores comparados com lagos e lagoas.
Este pequeno lago Sofreu de um trauma e o trabalho de restauração executado foi feito em função de beneficios da vida selvagem local

Rela (Hyla raborea)
São activas principalmente à noite. As relas-macho formam coros ruidosos, e são os machos os primeiros a chegar a esses locais.  Alimenta-se de invertebrados, aranhas, formigas, moscas, centopeias, percevejos e pequenos escaravelhos

Sapo corredor (Epidalea calamita)
Na reprodução, utiliza pequenos charcos temporários. Tem hábitos nocturnos com a particularidade de se deslocar por pequenas corridas. Os sapos-corredores voltam ao mesmo charco ano após ano para se reproduzirem.

Salamandra (Salamandra salamandra)
animal nocturno, só sai do seu esconderijo durante o dia depois de uma forte chuva. com uma locomoção lenta. alimenta-se essencialmente de escaravelhos, formigas, caracóis lesmas, minhocas, centopeias, aranhas

Cobra de agua (Natrix Maura)
Não é venenosa mas quando ameaçada sibila, incha e bate com o focinho.Ágil e veloz de movimentos, tem compoftamento agressivo. Se se sente muito ameaçada simula-se morta ou expele o conteúdo da cloaca. 

 Râ verde (Rana perezi)
Ocupando praticamente todos os tipos de habitats aquáticos de água doce. Tem actividade de dia como à noite. Alimenta-se de invertebrados e pequenos peixes e anfíbios, incluindo exemplares da sua própria espécie.

Tritão marmoreado (Triturus marmoratus)
Fora de água refugia-se em locais húmidos, debaixo de pedras ou troncos apodrecidos. ágeis dentro de água, mas lento e desajeitado em terra. A alimentação é constituída por invertebrados e larvas de anfíbios.

Cagado mediterranico(Mauremis leprosa)
Pode hibernar nas zonas frias, podendo encontrar-se activa  durante todo o Inverno nas zonas mais quentes. Tem uma elevada componente vegetal e de invertebrados na sua dieta

Rato de àgua arvícola saapidus-
Alimenta-se principalmente de plantas aquáticas e vegetação ripicola. e pequenos animais aquáticos. Prefere locais com vegetação densa nas margens, onde constrói tocas cujo acesso faz-se abaixo do nível da água.

Guarda rios
São bastante territoriais e extremamente agressivo para com intrusos, mesmo de outras espécies de aves ou até mamíferos. Empoleira-se nos ramos por cima da água e Mergulha de cabeça para capturar pequenos peixes
Graça cinzenta (Ardea cinerea)
Ave de grande dimensão, caminha lentamente nas margens e quando vê o alvo, permanece imóvel, até desferir o golpe fatal. Alimentação de pequenos peixes insectos, crustáceos, répteis e pequenos mamíferos.

Lontra (Lutra Lutra)
 Nas Tocas cria um sistema de galerias com várias entradas subaquáticas e outras ao nível do solo. Quando mergulha, os ouvidos e as fossas nasais são fechados hermeticamente. Animal de grande inteligencia e complexa actividade social.

Microorganismos eficientes, uma revolução silenciosa na higiene e limpeza ecológica


EM™ é a abreviatura internacional de Effective Microrganisms, ou seja, Microrganismos Eficazes. Trata-se de um conjunto de mais de 80 microrganismos, obtidos através de um processo natural sem a intervenção de qualquer sintetização química ou manipulação genética, que se disponibiliza num preparado liquido. O EM™ foi desenvolvido, pelo Dr. Teruo Higa, no Japão durante os anos 80.
Ao falar-se em microrganismos ou bactérias, pode pensar-se em germes nocivos, no entanto, o EM™ não tem quaisquer contra indicações. A sua fórmula consiste numa simbiose perfeita de microrganismos que produzem forças regenerativas. São microrganismos naturais conhecidos (leveduras, bactérias lácticas e fototrópicas), benéficos e altamente eficazes; não são nocivos nem patogénicos tanto para os seres humanos como para os animais ou plantas. São capazes de catalisar um processo de fermentação antioxidante benéfico, oposto ao processo de putrefação e de decomposição, além  de promoverem o equilíbrio da flora microbiana.
A poluição do meio ambiente, causada por adubos artificiais, pesticidas e medicamentos (sobretudo antibióticos) causaram uma multiplicação dos microrganismos degenerativos a uma velocidade vertiginosa, aumentando em grande escala a infertilidade do planeta Terra, numa perspectiva microbiológica. A acção regenerativa do EM™ resulta numa força combativa dessa poluição nos nossos ecossistemas. 
«Com o EM™ nós temos uma ferramenta nas nossas mãos que dá razão ao optimismo, apenas temos que a usar e o mais rápido possível e na maior escala possivel. O destino desta visão podia ser um planeta Terra onde os microrganismos regenerativos retomaram o governo. Assim saúde e fertilidade podiam voltar à mãe natureza – harmonia natural. O EM™ pode iniciar este processo.» Teruo Higa
COMO FUNCIONA
Os  microrganismos  contidos  em  EM  pertencem  a  3 grupos bem conhecidos por nós, e estes são: as bactérias acido lácticas (usadas na elaboração de iogurte, queijos, etc.), leveduras (usadas para pães, cervejas, vinhos, etc.) e bactérias foto tróficas ou fotossintéticas (presentes nas algas verdes e em qualquer partícula de solo).
Assim como nos processos de fermentação conhecidos,  EM acelera a quebra de compostos como as proteínas, açucares, gorduras e fibras, promovendo a rápida decomposição da  matéria  orgânica. Além disso,  EM ainda trabalha em duas vias primárias: por exclusão competitiva de outros microrganismos que são nocivos, e   pela   produção   de   subprodutos   benéficos   que promovem  a  saúde  do  meio  ambiente  como  enzimas, ácidos orgânicos, aminoácidos, hormônios e antioxidantes. EM é facultativo, o que permite estender seus benefícios a  ambientes anaeróbicos e aeróbios. Por actuar através  de  fermentação,  o  uso  do  EM  ajuda  na eliminação de maus odores.
A Tecnologia EM é sumamente económica, segura, fácil de usar, de alta qualidade, e produz resultados sustentáveis.
Permite melhorar de forma significativa o entorno da produção, e  incrementar os parâmetros de competitividade associados à produtividade, sobrevivência saúde e qualidade da produção.
O uso da Tecnologia EM™ é simples e totalmente adaptável às condições pré- existentes.



NEEM INDIANO - Azadirachta indica 

A árvore NEEM  é originária da Índia,  por isso é denominada NEEM INDIANO (Azadirachta indica), conhecida como árvore da vida ou farmácia da aldeia, devido à sua utilização como planta medicinal há muitas centenas de anos. O Neem é membro da família de Meliaceae, primo botânico do mogno.De acordo com a informação do painel Tábua em Ciência e a Tecnologia para Desenvolvimento Internacional, esta planta pode  introduzir uma nova era em dedetização, na redução da erosão e no desflorestamento. O Neem possui outras descrições tal como  "o   presente da natureza à humanidade", "árvore de muitas ocasiões", " árvore que purifica", " árvore maravilha", "árvore do século 21," e "árvore para  resolver problemas globais". São um reconhecimento de sua versatilidade. O nome de botânico, Azadirachta indica, deriva do Farsi, "darakht de azadeu hindi" literalmente significa "árvore livre ou nobre da Índia," sugerindo que é intrinsecamente livre de  pestes  e de problemas come doença.É benigno ao ambiente.

O Neem é um árvore perene, alta, de crescimento rápido que pode alcançar uma altura de 25m.  Possui uma copa atraente de folhagem e flores com cheiro de mel. Uma árvore adulta pode produzir 30 a 100 kg de frutas, dependendo da chuva, da insolação, do tipo de terra, e do ecotipo, o rendimento de 30 kg de sementes, dá 6 kg de óleo e  24 kg de bolo de semente. O Neem tem mais de 100 compostos bio-ativos raros, que têm aplicações potenciais em agricultura, cuidado animal, saúde pública, e para mesmo regular fertilidade humana.

ÓLEO DE NEEM

Os principais compostos  existentes no óleo de NEEM  são:
Azadirachtina  -   Salamina  -  Nimbina  -   Meliantriol, Triterpenos  -  Limonoides.   A Azadirachtina é o principal ingrediente e junto com os demais compostos atuam  da forma no controle dos insetos:
  • Repelente: o odor do óleo provoca repelência (nos insetos);
  • Anti-alimentar: inibe o desejo  do inseto  de  se alimentar
  • Ação de contato e de ingestão: reduz e elimina a população;
  • Controle da fertilidade: diminui a fertilidade dos insetos.

TEOR DAS SUBSTÂNCIAS
Azadirachtin-A,  Azadirachtina-B,  Nimbina  e  Salamina= 2,389 ppm / litro.

ÓLEO DE NEEM COMO UM BIOPESTICIDA

O Neem é naturalmente um pesticida eficiente e  ecológico. É comercialmente viável e ambientalmente correto, pois não polui e não é nocivo aos seres humanos. Como pesticida pode  ser usado no combate de  fungos,  bactérias,  doenças, caruncho e vários insetos que  são encontradas nas plantações e hortaliças comerciais.  Boa atua nos controles  das seguintes plantações, culturas e hortaliças.

Nos controles de fungos,  da  “mancha castanha”,  bactérias, caruncho, doenças das hortaliças, das doenças  viróticas, do vírus mosaico, combate a lagarta e quase todos insetos.

NEEM NO CONTROLE DE INSEcTOS
A folha seca moída, misturada com sal ou à ração do gado,  evita a mosca do chifre  e combate a verminose. O Azadirachta (Princípio ativo do Neem)  passa pelo sistema digestivo  do  ruminante passando o tempo suficiente para que as moscas do chifre não se desenvolvam.

DICAS SOBRE O ÓLEO DE NIM
- O óleo de nim puro reterá seu potencialpor muito mais tempo se armazenado em aproximadamente 10° C.
- Não misture nada com óleo de Nim até que você está pronto para usá-lo. Misture só a quantia de óleo de Nim que você usará em  4 a 6 horas.
- Use um pouco de sabão adicionado a porção do óleo cada vez você que for usado para pulverizar.
- O sabão (detergente) é usado para ajudar a emulsionar o óleo. Se nenhum sabão é usado o Neem não misturará com solução da  água  e pulverizar não será eficiente.
- Pulverize a planta completamente e qualquer superfície sobre que um inseto talvez viaje.

INSETOS ELIMINADOS COM O USO DO ÓLEO NEEM
Aedes aegypt,  ácaros,  berne,  barata,  carrapatos, brocas do tomateiro,  besouros,  formigas,  gilos, lagartas,  moscas, mosca branca, mosquitos, pernilongas, piolhos e pulgas.

Conceito de Soberania alimentar

Tradução e adaptação de excerto do livro: "O que são os Transgénicos- Jorge Riechmann ; 2011."


A globalização neoliberal, na trajetória de privatização de todos os modos de vida, incluindo mesmo a agricultura e os bens naturais,  vem submetendo à fome e  pobreza uma enorme percentagem da população mundial. 
Calcula-se hoje que no mundo há 925 milhões de pessoas em situação de fome, por dados da FAO, quando, paradoxalmente, se produz mais alimentos do que nunca,  na História da humanidade.
Como indica a organização internacional GRAIN, a produção de comida multiplicou-se por três desde os anos 60, enquanto a população mundial foi apenas duplicada desde então, mas os mecanismos de produção, distribuição e consumo, ao serviço dos interesses privados, impedem aos mais pobres a obtenção necessária de alimentos.
O acesso, por parte do pequeno agricultor, à terra, água, sementes, está condicionado a interesses económicos. Os consumidores não sabem de onde vem aquilo que comem, não podendo escolher e consumir produtos livres de transgênicos. A cadeia agro-alimentar alargou-se  progressivamente, afastando cada vez mais a produção e consumo; favorecendo a apropriação, nas diferentes etapas da cadeia, por grandes empresas agro-industriais, com a consequente perda de autonomia de agricultores e consumidores.
Frente a este modelo dominante do agro-negócio, onde a busca do benefício econômico se antepõe às necessidades alimentares das pessoas e ao respeito pelo meio ambiente, surge o paradigma alternativo da soberania alimentar. Uma proposta que reivindica o direito de cada povo de definir as suas políticas agrícolas e alimentares, de controlar o seu mercado interno, de impedir a entrada de produtos excedentes através de mecanismos de “dumping”, de promover uma agricultura local, diversificada, camponesa e sustentável, que respeita o território, compreendendo o comércio internacional como um complemento à produção local. A soberania alimentar implica restituir o controlo dos bens naturais (como a terra, a água e as sementes) às comunidades e lutar contra a privatização da vida.
Para além da segurança alimentar
Trata-se de um conceito que vai para além da proposta de segurança alimentar, defendida pela FAO a partir dos anos 70 com o objetivo de garantir o direito e o acesso à alimentação a toda a população. A segurança alimentar não representa um paradigma alternativo ao não questionar o atual modelo de produção, distribuição e consumo, e tem sido, frequentemente, privada de seu significado original. A soberania alimentar, por sua vez, inclui esta proposta: garantir que todos possam comer, ao mesmo tempo em que se opõe ao sistema agro-industrial dominante e às políticas das instituições internacionais que lhe dão apoio.
Atingir este objetivo requer uma estratégia de ruptura com as políticas agrícolas neoliberais impostas pela Organização Mundial do Comércio, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, que corroeu a soberania alimentar dos povos a partir dos seus ditames de livre comércio, dos planos de ajuste estrutural, endividamento externo, etc. Frente a estas políticas, é necessário produzir mecanismos de intervenção e de regulamento que permitam estabilizar os preços, controlar as importações, estabelecer cotas, proibir o “dumping” e, em momentos de super-produção, criar reservas específicas para quando estes alimentos faltarem. Em nível nacional, os países devem ser soberanos no momento de decidir o seu grau de auto-suficiência produtiva e priorizar a produção de comida para o consumo doméstico, sem intervencionismo externo.
Afirmar a soberania alimentar não implica um regresso romântico ao passado, mas trata-se de recuperar o conhecimento e as práticas tradicionais, combinando-as com as novas tecnologias e os novos conhecimentos. Não deve consistir, tampouco, numa abordagem localizada, nem em uma “mistificação do pequeno”, mas em repensar o sistema alimentar mundial para favorecer formas democráticas de produção e distribuição de alimentos.
A Via Campesina
O conceito de soberania alimentar foi proposto pelo movimento internacional da Via Campesina, no ano 1996, coincidindo com a Cúpula Mundial sobre a Alimentação da FAO, em Roma. A Via Campesina agrupa 150 organizações camponesas de 56 países. Foi constituída em 1993, no início do movimento antiglobalização, e, progressivamente, se converteria em uma das organizações de referência na crítica à globalização neoliberal. Seu ascenso é a expressão da resistência camponesa ao colapso do mundo rural, provocado pelas políticas neoliberais e sua intensificação com a criação da Organização Mundial do Comércio.
A composição de membros da Via é bastante heterogênea, em termos de procedência ideológica e de setores representados (sem terra, pequenos camponeses…); mas todos coincidem em pertencer às parcelas camponesas mais golpeadas devido ao avanço da globalização neoliberal. Uma das suas conquistas foi a de superar, de maneira bastante satisfatória, a lacuna entre os camponeses do Norte e do Sul, articulando uma resistência conjunta ao atual modelo de liberalização econômica.
Desde a sua criação, a Via criou uma identidade “camponesa” politizada, ligação à terra e à produção de alimentos, construída em oposição ao atual modelo do agronegócio e com base na defesa da soberania alimentar. A Via encarna um novo tipo de “internacionalismo camponês” que podemos conceitualizar como “o componente camponês” do novo internacionalismo das resistências, representado pelo movimento altermundialista.
Uma opção viável
Um dos argumentos que utilizam os detratores da soberania alimentar é que a agricultura ecológica é incapaz de alimentar o mundo. Mas, contrariamente a este discurso, vários estudos demonstram que tal afirmação é falsa. Isso foi constatado pelos resultados de uma exaustiva consulta internacional promovida pelo Banco Mundial, em parceria com a FAO, o PNUD, a UNESCO, representantes de governos, instituições privadas, cientistas sociais, etc., concebida como um modelo de consultoria híbrida, com o nome de IAASTD, que envolveu mais de 400 cientistas e peritos em alimentação e desenvolvimento rural durante quatro anos.
É interessante observar, embora o relatório tivesse por trás de si estas instituições, que a conclusão é de que a produção agroecológica garante uma renda alimentar e monetária aos mais pobres , ao mesmo tempo que produz excedentes para o mercado, sendo uma melhor garantia para a segurança alimentar do que a produção transgênica. O relatório do IAASTD, publicado no início de 2009, apostava na produção local, camponesa e familiar, e na redistribuição de terras para as mãos das comunidades rurais. O relatório foi rejeitado pelo agronegócio e foi arquivado pelo Banco Mundial, embora 61 governos o tenham aprovado discretamente, com exceção dos Estados Unidos, do Canadá e da Austrália, entre outros
Vários estudos demonstram como a produção camponesa em pequena escala pode ter um elevado rendimento, ao mesmo tempo em que usa menos combustíveis fósseis, especialmente se os alimentos forem comercializados local ou regionalmente. Por conseguinte, investir na produção camponesa familiar é a melhor opção para lutar contra a mudança climática e acabar com a pobreza e a fome, garantindo o acesso aos bens naturais, ainda mais quando ¾ das pessoas mais pobres do mundo são pequenos camponeses.
No âmbito da comercialização, tem-se mostrado fundamental para quebrar com o monopólio da grande distribuição, apostar nos circuitos curtos de comercialização (mercados locais, venda direta, grupos e cooperativas de consumo agroecológico…), evitando intermediários e estabelecendo relações próximas entre produtor e consumidor, baseadas na confiança e no conhecimento mútuo, que conduzam a uma crescente solidariedade entre o campo e a cidade.
Neste sentido, é necessário que as políticas públicas se façam eco das demandas destes movimentos sociais e apóiem um modelo agrícola local, camponês, diversificado, orgânico e que se proíba os transgênicos, se promova bancos de terras, uma lei de produção artesanal, um mundo rural vivo… Finalmente, uma prática política a serviço dos povos e do ecossistema.
*Artigo publicado como epílogo do livro “Qué son los transgénicos” (O que são os Transgênicos) de Jorge Riechmann (RBA Libros, 2011).

Desenvolvimento Sustentável e Terra livre na Austrália Ocidental!



Por Peter Greg
30 de novembro de 2010
Desenvolvimento Sustentável e Terra livre na Austrália Ocidental já está disponível. Sim! Há grandes extensões de terra livre em West Australia, em alguns dos locais mais belos e intocada, com os benefícios de resolver esta terra ajudar o meio ambiente, preservando os direitos originais tribais e cultura, e capacitar a comunidade da melhor maneira possível com a muito urgente habitação ambiental, social e os desafios que todos enfrentamos, sefeito da maneira certa!
Para dar um pouco de fundo, eu estava pesquisando "terra coroa 'na Austrália Ocidental, e me deparei com este mapa terra tranqüila do Sudoeste da Austrália Ocidental, reproduzido aqui:
Com a minha investigação em profundidade da lei e do sistema legal na Austrália Ocidental e no resto do país, descobri que boa parte da "terra da coroa 'na Austrália é melhor uma reivindicação ilegal, ou pelo menos na terra muito precária e jurídica , em comparação com os direitos de manejo das tribos originais de soberania, ou a partir de uma perspectiva do direito comum de respeitar os direitos do homem e da justiça. O único problema compostos quando não há uma "coroa" legal, mas muitos coroas "que não são mais que ficções em um pedaço de papel, 'corporate sola' ou outras entidades jurídicas, como as corporações, sendo ficções, como a coroa ' "no direito de 'X' do Estado e assim por diante. Poder ilimitado e muito pouca ou nenhuma responsabilidade legal ou lícito, não é assim que a lei funciona. O problema fica ainda pior quando estamos vendo a erosão dos direitos e liberdades dos titulares de terra, e um campo minado de decepção legal associado à terra que qualquer pessoa com experiência em direito pode atestar. Esta terra é para nós a usar e gozar, contanto que não causam nenhum dano!
A "coroa" e seus "súditos" até agora têm feito um trabalho tão triste na gestão desta terra que a Austrália está se tornando rapidamente um deserto de pó-bacia, com a devastação maciça através de erosão do solo, a desertificação, a morrer de volta, a perda de espécies, pesticidas tóxicos e agro-químicos e agora a ameaça comprovada da GM. Estamos enfrentando o colapso não só o ambiente, mas também o colapso da sociedade como nós rapidamente e de forma constante mover para o fascismo tirânico ou guerra catastrófica, devido à rápida perda de direitos de proteção e liberdades, e, a tendência atual. Qualquer um que tenha estudado a história pode ver os sinais e as provas.
A grande notícia em face de tudo isto é que existem algumas maneiras de usar e gozar Terra Coroa, mesmo se decidir saltar através de todos os aros burocráticos. Coroa Terra pode ser alugado ou outras reclamações podem ser colocados sobre essas terras, com sucessos inovadores com Terra Coroa ocorrendo a partir dos usos das reivindicações de direito na Nova Zelândia e em outros lugares, título nativa ou reivindicações originais, reclamações de posseiros e assim por diante. Na documentação em Terra Coroa do uso da terra coroa é lícito quando autorizado por "lei" e há muito que pode verificar e fazer backup de nosso uso e gozo. A razão pela qual muitos desses métodos estão trabalhando é que uma vez que alguém está usando a terra é é muito difícil pará-los de gozar os seus direitos comuns e liberdades, e grande parte da lei comum está lá para proteger nossos direitos de propriedade muito acarinhados e protegidos . Estamos todos os interessados ​​e proprietários de parte da riqueza de nossos respectivos países, e os departamentos governamentais estão lá para servir seus mestres, a comunidade
Uma proposta como uma das melhores maneiras de usar esta "terra coroa não alocado" e resolver os problemas da sociedade de hoje é para resolver estas terras para a criação e promoção de Eco-aldeias, comunidades sustentáveis ​​e alimentos florestas. Através deste acordo, aqui estão alguns dos grandes benefícios e referências de apoio, para o bem maior de todos na comunidade:
-Parte da terra poderia ser alocado para o uso gratuito de tribos originais e seus membros, ajudando a restaurar, promover e valorizar a cultura indígena e estilo de vida e tradições
-Sem árvores ou flora natural precisa ser removido, simplesmente adicionado com espécies arbustivas ou tucker gerenciáveis ​​espécies comestíveis como os vitais 'camadas' da floresta já estão lá, ajudando a proteger e preservar o ecossistema e fornecer habitat
-Permite rápida, eficaz e verdadeira soluções ambientais, ea criação de estilos de vida ecologicamente correto
-A muito baixo custo forma acessível para as famílias e membros da comunidade para fazer um movimento natural, ser sustentável com todo o poder, água e electricidade, e criar liberdade, abundância e um estilo de vida natural bonito para as suas famílias
, ajuda a preservar florestas e ecossistemas naturais para o futuro gerações. Gestão adequada tem sido historicamente provado ser de grande benefício para o eco-sistema com os estudos antropológicos de sociedades tribais
, a terra é para o uso e benefício do povo, desde que nenhum dano grave é feito para a terra ou para outros , e não é certamente para o "benefício" da pessoa jurídica a 'coroa' fictício, ou outras empresas fictícias que ican tendem a vender-out para o desenvolvimento destrutivo, mineração ou outros usos não-naturais
-Original tribos têm uma maior afirmação de que essas terras sendo "terra coroa não alocado", que não é usado, e por meio de entrar em tratados povos brancos podem proteger os seus direitos e liberdades, bem e trabalhar para um futuro feliz para todos os australianos
famílias Motivado ou interessados ​​ou pessoas que desejam um país / estilo de vida natural pode fazer um movimento imediatamente e começar a trabalhar a terra e melhorá-la, em vez de ser preso por grandes quantidades de dívida
-Enormes quantidades de terra foram originalmente resolvido através de "posseiros direitos" através do direito comum, a Austrália tem um histórico de uso da terra esta coroa
- Comunidades Sustentáveis ​​não só resolver os problemas ambientais da melhor maneira possível, mas também o problema de governos tirânicos ou objetivos políticos, sociais e morais decadência, crime, depressão e perda de qualidade de alimentos
-intencionais Comunidades permitir um excedente enorme de abundância para todos os seus participantes e ao meio ambiente, proporcionando a todas as necessidades de sobrevivência imediata de alimentos orgânicos saudável, água limpa, abrigo e conexão social harmoniosa real!
Para resumir a sua não é a melhor maneira de ajudar o meio ambiente do que através da criação de Florestas alimentos comestíveis e eco-aldeias, e não há melhor maneira de ajudar a humanidade e de cada homem, mulher e criança, que na criação de eco-aldeias que estabelecem estas florestas de alimentos !
Um fantástico estudo de caso da abundância esmagadora e milagrosa e eficiência de trabalhar em harmonia com a natureza, é o DVD "Crescer uma Floresta Alimentos", desenvolvido por Geoff Lawton e Bill Mollison do Instituto de Permacultura da Austrália
O DVD prova que com um modesto esforço de um pequeno grupo equivalente a alguns meses de valor do trabalho, uma floresta de alimentos massivamente abundante pode ser criado, que pode fornecer todas as nossas necessidades de alimentos, água, madeira e refrigério para a alma .... para sempre! Não colocar em poucos meses de valor do trabalho, e viver ao lado de um belo lago ou rio, dentro de uma floresta primária e comunidade conectada próspera, com um suprimento ilimitado de comida orgânica delicioso e batida de frutas trabalhando em um emprego que não como por 40 ou mais anos!
Com as turbulências da crise financeira global e as quantidades quase inacreditáveis ​​de larga escala fraude econômica, é claro, para ver que a bolha da Austrália imobiliário está em uma posição muito perigosa e instável. Se os lucros de bilhões de dólares dos grandes bancos não estão suficientemente ofensivo, posso garantir-lhe, uma vez que você aprender sobre as práticas de empréstimos ilegais altamente fraudulentas, você vai ficar furioso, assim como eu era. Desde que a Austrália tem saído do honesto e lícito sistema monetário comum da lei justs pesos e medidas, de acordo com a lei bíblia e comum, todo o sistema agora parece ser um ato mágico de dupla entrada contabilidade, de forma fraudulenta e ilegal apoiada por substituição de nossa herança fundamental do direito comum e da justiça, com comerciante almirantado e roman-base ou lei mercantil.
Para resumir, quando um banco na Austrália 'empresta' você uma hipoteca, eles estão inventando esse dinheiro a partir do ar com alguns golpes do teclado, e com alguns desses traços:
-Você se torna um escravo da dívida do banco
-Você está escravizando você e sua família
-Você está participando do consumidor altamente destrutivo sistema comercial
-Você está apoiando as grandes corporações que estão trabalhando ativamente para o fascismo corporativo e da globalização, bem como a erosão de todos direitos e liberdades principais
-Você está outro dente na engrenagem de um sistema que historicamente sempre desmoronou, e fatalmente entrará em colapso!
Eu não quero ofender ninguém gente, mas com a grande quantidade de pesquisa que eu colocar em história, política, economia e direito, eu posso ver que a escrita está na parede, que as coisas realmente ruins estão na loja para todos os australianos se continuarmos por este caminho para a destruição e não escolher um caminho melhor
Tudo começa com as escolhas de como vivemos no nosso dia a dia estilo de vida, eo poder está com você, agora ler em casa, quanto à possibilidade ou não de fazer uma escolha consciente para continuar um estilo de vida insatisfatória e insustentável, ou em vez de escolher agora entrar em contato com nossa equipe e registrar a sua manifestação de interesse para o nosso projecto comunitário sustentável, de tomar uma decisão para um futuro saudável e abundante para a sua família, o nosso planeta, e nossa comunidade